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Módulo PTM (Power Train Manager)
Informações Gerais

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Descrição do Sistema
Geral
O módulo PTM (Power Train Manager) substitui o computador de condução
do veículo (A403), utilizado até agora. Os valores de condução para os
módulos de controle no conjunto propulsor são estabelecidos pelo Power
Train Manager como um módulo de controle primário. A coleta de dados
relativos a tendências e o cálculo dos intervalos de manutenção são
efetuados pelo PTM (Power Train Manager), e este dispõe das mesmas
características de função que o computador de condução do veículo. Nos
veículos com transmissão automática é utilizado um outro tipo de Power
Train Manager que nos veículos com transmissão manual.
As diferenças para o computador de condução do veículo são:
– as conexões elétricas e os plugues de conexão
– o processador de maior capacidade
– a memória de maior capacidade
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Aviso: A troca de uma PTM por um FFR (utilizado nos veículos da MT&B) ou por uma PTM de
versão diferente não é possível.
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Descrição da Função
A tensão operacional do módulo PTM (Power Train Manager) é de 24V. A alimentação de tensão é fornecida pela central elétrica.
O Power Train Manager é protegido por 2 fusíveis:
– Fusível para a linha 30 (bateria), terminais X5/X6 da PTM (Power Train Manager).
– Fusível para a linha 15 (ignição), terminal X3 da PTM (Power Train
Manager), conforme o exemplo da ligação abaixo da família
Constellation, para as outras famílias: Ônibus e Worker muda- se apenas
a localização do fusível de proteção.

1 - Linha 30.
2 - Linha 15.
3 - Ponto de massa na coluna direita.
4 - PTM (Power Train Manager).
Exemplo da central elétrica do Constellation, figura abaixo.

Detalhes da PTM (Power Train Manager)
Lado superior (1)

(1) Superfície de refrigeração
Não devem ser fixados etiquetas adesivas na superfície de refrigeração (troca de calor)
Lado inferior com orifícios de drenagem

Funções
– Arrefecimento do motor (nível do líquido de arrefecimento)
– Aquecimento do motor
– Controle de rotação intermediária
– Tomadas de força
– Armazenamento de dados
– Dados de manutenção
– Etc.
Através
da rede de dados CAN conjunto propulsor (P-CAN) o Power Train Manager
está interligado com os módulos de controle para freios, transmissão,
suspensão pneumática, retarder, computador central de bordo, etc. A
comunicação entre o Power Train Manager e o módulo EDC7 é realizada
através do bus de dados CAN motor (M-CAN). A comunicação entre Power
Train Manager e volante multifunção de direção, interruptor de faixa de
condução ou interruptor da coluna de direção é realizada através do bus
de dados LIN.
Diversos interruptores, sensores e atuadores estão interligados com o Power Train Manager para mais funções.
O
Power Train Manager (A1124) possui programação EOL (End Of Line). Além
dos registros de parâmetros do fabricante do sistema, no fim da linha
de produção ainda são registrados outros parâmetros específicos para o
veículo pelo fabricante do veículo. Os registros de parâmetros podem
ser verificados e, se necessário, modificados com MCO-08.
Os
códigos de diagnose armazenados na memória de diagnose do Power Train
Manager são lidos através da tomada de diagnose por meio de MCO-08.
No
lado inferior do alojamento do Power Train Manager encontram-se 10
aberturas para drenagem de água condensada. Pelo menos uma abertura de
drenagem precisa estar aberta para que a água condensada seja drenada.
Por este motivo, o Power Train Manager está instalado na posição
horizontal.

(1) Aberturas de drenagem

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MCO-08
Após a seleção do „menu principal“ o item do menu „computador central /
instrumentação“ deve ser selecionado e então o tipo de sistema „FFR /
PTM / MFR“ . Depois deve ser selecionado no „menu de seleção diagnose
PTM“ o item „identificação de módulos de controle“. Neste item do menu
de seleção são encontrados todos os dados importantes sobre módulos de
controle e o veículo.
A memória de falhas sempre é lida em primeiro lugar.
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Disposição dos pinos dos plugues

Plugue de alimentação (Ligação X)


H significa high e L significa low
Plugue A (Ligação A)


H significa high e L significa low
Plugue B (Ligação B)



H significa high e L significa low
Plugue C


H significa high e L significa low
Dados técnicos:


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Avisos para reparos
– Remover e instalar o módulo de controle PTM (Power Train Manager)
Se for necessário remover e instalar um Power Train Manager existente, uma parametrização não é necessária.
– Substituir o módulo de controle PTM (Power Train Manager)
Se o Power Train Manager for substituído, uma parametrização do Power Train Manager deve ser realizada.
– Parametrizar o módulo de controle PTM (Power Train Manager)
Uma parametrização também é necessária, se o Power Train Manager não foi parametrizado corretamente.
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Conjunto de pedais
O conjunto de pedais é uma unidade pré-montada e testada que leva na sua placa base:
– o pedal do acelerador (A410) com sensores sem contato,
– o pedal do freio com a válvula do freio de serviço,
– o pedal da embreagem com o cilindro sensor da embreagem / servo da embreagem.
A
unidade completa é inserida pela frente na parede frontal do veículo e
a unidade fecha a parede frontal. As conexões das linhas hidráulicas no
cilindro sensor da embreagem / servo da embreagem e as conexões de ar
comprimido na válvula do freio de serviço estão localizadas na frente
da parede frontal. As conexões elétricas para o chicote elétrico da
cabine saem do lado interno do conjunto de pedais.
Pedal do acelerador (A410)

Descrição pedal do acelerador
Existe uma mola de aço no pedal do acelerador para produzir as forças
do pedal do acelerador. O aviso de retorno sobre a posição do pedal do
acelerador é realizado
através de dois sensores Hall que trabalham sem contato físico. Os
sinais analógicos são convertidos em dois sinais PMV através de dois
circuitos eletrônicos. Os sinais PWM emitidos correspondem à
posição atual do pedal do acelerador. Os sinais PWM são representados
graficamente na tela do MCO-08.
Os valores PWM do limites mecânicos são gravados como parâmetros no
flash do Power Train Manager (A1124), isto vale para os dois sinais
PWM. Sobre a base de PWM1 é normatizada a posição do pedal do
acelerador entre os limites mecânicos. Em caso de falha, PWM2 é usado.
Se ocorrer uma falha no pedal do acelerador, uma limitação
parametrizável de rotação e de momentos é ativada. Entre as posições de
marcha lenta e de plena carga e em conexão com a atual rotação do
motor, é determinada através do mapa característico do pedal do
acelerador, a especificação de momentos para o pedal do acelerador. Os sinais „marcha lenta“ e „Kickdown“ são
determinados a partir da posição normatizada do pedal do acelerador. Se
a posição do pedal do acelerador for menor que o limite da marcha
lenta, a avaliação é marcha lenta = ativa. Acima do limite o momento do
pedal do acelerador é emitido. Este alcança no ponto parametrizado de
plena carga os 100% (90%). Se o pedal do acelerador for acionado além
deste ponto (e se ultrapassar o limite para kickdown), a função
kickdown é ativada. Esta função possui uma histerese. A função é
desativado no instante que a posição do pedal do acelerador cair abaixo
do limite de plena carga. Em conexão com a informação sobre o pedal do
acelerador a posição do pedal do acelerador é verificada quanto à
plausibilidade. Se a posição do pedal do acelerador estiver acima do
ponto da marcha lenta, a posição atual do pedal do acelerador é adotada
como valor de marcha lenta. No instante que a posição do pedal do acelerador voltar a cair abaixo deste valor, o valor da
marcha lenta volta a ser ajustado até o valor calibrado do flash do
Power Train Manager.
Para que, por ex. na partida em aclive, também possa ser acionado o
pedal do freio, a consulta é realizada apenas quando o pedal do
acelerador for acionado antes do pedal do freio. Um registro de
diagnose na memória de diagnose do Power Train Manager, porém, somente
acontece se por 5 vezes a posição de marcha lenta não for alcançada.
Disposição dos pinos dos plugues

Plugue: 8 pinos / Codificação A

Dados Técnicos
Tensão de alimentação: 10 - 32V
Sobretensão: 36V por máx. 1 hora
Tensão de teste: 27,6V
Tensão nominal: 24V
Demanda de corrente em funcionamento:
Corrente máxima: < 15mA a 32V
Corrente mínima: < 5mA a 10V
Todas as entradas e saídas como também as linhas de sinal PWM entre si são protegidas contra curto circuito e inversão de pólos.
Faixas de trabalho pedal do acelerador


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Importante!
Apenas com uma pressão enérgica sobre o pedal
do acelerador e apenas ao encontrar um limite mecânico final duro
(inclusive kickdown) o acionamento do pedal do acelerador é completo
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No osciloscópio ficam visíveis a relação de toque e os movimento sem direções opostas dos sinais PWM.
Imagem do osciloscópio PWM1


No MCO-08 os sinais PWM1 e PWM2 aparecem sincronizados (veja ilustração).


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Aviso para reparo
Remover e instalar, substituir o pedal do acelerador.
- Se um pedal de acelerador existente precisa ser removido e instalado, uma calibração do pedal do acelerador não é necessária.
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Pedal da embreagem
Teste de função da embreagem
A função da embreagem é verificada por meio de MCO-08. No „menu
de seleção diagnose PTM“ o item do menu „Teste de função da embreagem“.
Na janela „ponto de separação / ponto de arrasto embreagem“ é
determinado o ponto de separação ou o ponto de arrasto da embreagem,
isto serve para a detecção das causas de ruídos durante as mudanças de
marchas.
Calibração
O sistema precisar estar ventilado para a calibração do curso da embreagem.
A calibração ou o ajuste do pedal da embreagem é realizado por meio de
MCO-08. Após a seleção do „menu de seleção diagnose PTM“
selecionar o item do menu „Calibração“.
Existem duas possibilidades de calibração do pedal da embreagem.
– Calibração do pedal da embreagem com substituição do disco
– Calibração do pedal da embreagem sem substituição do disco
A janela „ajuste pedal da embreagem“ é exibida automaticamente após a
seleção „Calibração do pedal da embreagem com substituição do disco“ .
Isto serve para determinar os limites mecânicos finais do pedal da
embreagem, o qual deve ser pressionado totalmente. Esta posição deve
ser mantida por aprox. 3 segundos. Soltar o pedal da embreagem depois.
Este processo deve ser repetido duas ou três vezes, até que não se
verifiquem mais variações do limite mecânico final.
Os valores apurados durante a calibração (mínimo e máximo) devem ser
armazenados. Como passo seguinte deve ser desligada a ignição. Os
valores são armazenados, e a seguir a ignição é ligada novamente. O
pedal da embreagem está calibrado.
Embreagem do ventilador com sensor de rotação (A968)
A embreagem do ventilador com sensor de rotação (1) trabalha conforme a
demanda e previne desta maneira o perigo de superaquecimento do motor.

Em situação de carga reduzida do motor, o fluxo do ar que passa pelo
radiador é suficiente para manter a temperatura do líquido de
arrefecimento na faixa ideal. Com isto, a embreagem do ventilador
trabalha pouco, isto significa que a rotação do motor é maior que a
rotação da embreagem do ventilador.
Com o aumento da carga – por ex. em aclives, com reboque – a
temperatura aumenta no compartimento do motor e com isto a temperatura
do líquido de arrefecimento sofre um aumento significativo. Então a
embreagem do ventilador trabalho em alta rotação.
O Power Train Manager aciona uma válvula magnética no ventilador por
meio de um sinal PWM. O sensor de rotação no ventilador devolve um
sinal ao Power Train Manager.

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Aviso:
Em caso de falha na tensão de alimentação, a embreagem do ventilador é
ativada com capacidade total, isto significa que não pode haver
superaquecimento do motor, uma vez que o ventilador trabalha com a
rotação máxima possível.
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Função:
Uma tensão de 24V ativa o magneto, este puxa a contraplaca, a mola da
válvula fecha o orifício, a embreagem do ventilador desliga. Zero de
tensão desativa o magneto, a contraplaca volta à posição inicial, a
mola da válvula abre o orifício, a embreagem do ventilador é ativada.
Em conexão com o sinal PWM, um ajuste sem escalonamentos da rotação do
ventilador é possível. A rotação do ventilador depende da:
– temperatura do líquido de arrefecimento
– temperatura externa
– temperatura do ar de admissão
– retarder secundário ou pritarder



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Avisos para reparos
– Remover e instalar a embreagem do ventilador com sensor de rotação
Veja nas instruções de reparo em „Remover e instalar a embreagem do ventilador“.
– Substituir a embreagem do ventilador com sensor de rotação
Veja nas instruções de reparo em „Remover e instalar a embreagem do ventilador“.
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DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES
Power Train Manager (A1124)

Família Constellation
Está localizado acima da Unidade Lógica (LU) no
compartimento elétrico (caixa de fusíveis), que fica
na posição inferior em frente ao banco do passageiro
(conforme imagem abaixo).

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Família Worker (Kairos)
O módulo Power Train Manager (PTM) está localizado na coluna esquerda inferior, em acima do pedal da
embreagem (conforme imagem acima).

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Para Ônibus
O Power Train Manager (1) está localizado na frontal do chassi (o local pode variar dependendo de cada encarroçador)

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Embreagem do ventilador com sensor de rotação (A968)

Local de instalação

A embreagem do ventilador com sensor de rotação (1) encontra-se no lado dianteiro do motor.
DIAGNOSE
Geral
A maioria dos módulos que podem ser testados com MCO-08, estão
ligados através de uma linha K à tomada de diagnose X200 Pino 3 ou 4.
Através da linha K, o sistema de diagnose agita um determinado módulo
de controle. Este responde e transmite as falhas arquivadas na memória
de diagnose de modo digital através da linha K.
Módulos de controle que são contatados via CAN do conjunto propulsor, e
que não possuem mais a linha K, como por ex. TBM, ECAS2 ou EBS, são
contatados via CAN de diagnose do PTM. O PTM representa aqui uma
gateway.
Tomada de diagnose HD-OBD (X200)
Os códigos de diagnose SPN podem ser lidos por meio de MCO-08 a
partir das memórias de diagnose de diversos módulos de controle
(conexão pela tomada de diagnose X200) e são exibidos na tela de
MCO-08.
A tomada de 16 pólos HD-OBD conforme ISO 15031-3 substitui a anterior
tomada de diagnose MAN de 12 pólos. HD-OBD é a abreviatura de Heavy
Duty-Onboard Diagnose. Heavy Duty representa aqui um sinônimo de
veículos comerciais pesados.
Esta normatização OBD possibilitará futuramente, em escala mundial para
quase todos os veículos, um sistema de diagnose universal para
componentes relevantes para emissões.

Tabela de disposição de pinos nos plugues

Local de instalação tomada de diagnose
Família Constellation
A tomada OBD está localizado ao lado da Unidade Lógica (LU) no
compartimento elétrico (caixa de fusíveis), que fica na posição
inferior em frente ao banco do passageiro (conforme imagem abaixo).

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Família Worker (Kairos)
A tomada OBD está localizado no compartimento elétrico na caixa de
fusíveis, que fica na posição inferior em frente ao banco do passageiro
(conforme imagem abaixo).

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Para Ônibus
A tomada OBD está localizado na frontal do chassi, conforme imagem abaixo (o local pode variar dependendo de cada encarroçador)

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Funções principais da diagnose
As principais funções são:
– Reconhecimento de falhas
– Análise de falhas
Ocorrência
Importância
Identificação
Tipo de falha (estática, esporádica,...)
– Armazenar falhas
– Simulação para busca de falhas
Indicações de interferências
O módulo eletrônico de controle possui funções próprias de diagnose
para todas as saídas e diferentes entradas. As falhas nas entradas e
saídas e falhas internas são reconhecidas, analisadas e armazenadas na
memória de diagnose do módulo de controle.
Adicionalmente, as falhas são exibidas no display da instrumentação e /
ou indicadas através da luz central de advertência (H111) em conexão
com a luz de controle do sistema correspondente.
Nos casos de indicações STOP, adicionalmente a palavra STOP aparece no
display e a luz central de advertência (H111) pisca em VERMELHO com
intervalos de 1 Hz.
A luz central de advertência (H111) acende:
– AMARELO significa uma indicação de função ou uma advertência
– VERMELHO significa uma interferência
A luz vermelha de advertência tem prioridade sobre uma luz amarela de
advertência. Uma indicação de função ou uma advertência (AMARELA)
sempre é posta de lado em favor de uma indicação de falha (VERMELHA).
No caso de um colapso de CAN (instrumentação - computador central de
bordo) a luz central de advertência (H111) é acionada em VERMELHO.
Todas as indicações atuais de interferências estão disponíveis com a
ignição em "ON", (terminal 15), independentemente do estado do veículo.
As falhas diagnosticadas e armazenadas no módulo de controle podem
causar diferentes riscos, e, por este motivo, cada falha individual
recebe uma prioridade.
Indicações de status FMI (Failure Mode Identication)

Prioridade na indicação / Posição de software de diagnose R22 e R24

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