Medições

Uso do multímetro para medições diversas.

 


Especificações mínimas do multímetro


Tensão DC = 500 mV a 600 V Tensão AC = 5 V a 600 V Corrente DC = 320 micro A até 10 A

Corrente AC = 320 micro A até 10 A

Resistência Ohm = 320 micro A até 32 Mega Ohm

Teste de diodo continuidade audível

Temperatura (sensor termopar)





(1) -Display digital.
(2) -Botão de função.
(3) -Terminal de entrada para medições de tensão, resistência, diodo,  e  frequência.
(4) -Terminal de entrada.
(5) -Terminal comum de retorno para todas as medições.
(6) -Terminal de entrada.


Uso de pontas de provas especiais







Para reduzir a possibilidade de danos aos pinos e ao chicote, use as pontas de este do kit de ferramenta VCO-950 ao efetuar a medição.




Nota:
Quando efetuar medidas na massa de um bloco, use uma superfície de metal limpa e sem pintura para obter medidas precisas. 



Como medir corrente




Atenção:
Certifique-se de que as pontas de prova estejam conectadas nos terminais do multímetro. Consulte as instruções do fabricante do multímetro.  


Abra o circuito no ponto em que a corrente deve ser medida. Selecione a função de corrente CA(A~) ou CC (A-) no medidor, Coloque as pontas de prova do medidor entre as extremidades do circuito aberto para medir a amperagem e leia a medição exibida. 






Como medir tensão




Atenção:
Certifique-se de que as pontas de prova estejam conectadas nos terminais do multímetro. Consulte as instruções do fabricante do multímetro.  


Selecione a função de tensão CA (V~) ou CC (V-) no medidor. Encoste a ponta de prova positiva (+) do multímetro em um terminal e a ponta negativa em outro terminal, em seguida leia a medição exibida.







Como medir resistência


Selecione a função resistência no medidor. Certifique-se de que não haja tensão nos componentes sendo testados. Desconecte ambas as extremidades do circuito ou do componente a ser medido. Encoste uma das pontas de prova em um terminal do circuito e a outra ponta no outro terminal, em seguida leia a medição exibida.






Como medir isolação



Este teste tem a finalidade de identificar se um fio está encostando em outro fio do chicote elétrico (fios descascados, derretidos), gerando um resultado indesejado. Selecione a função de continuidade no medidor (normalmente marcada com um símbolo de diodo). Certifique-se de que não exista tensão aplicada no componente sendo testado. Desconecte ambas extremidades do circuito ou do componente a ser medido. Conforme desenho abaixo, encostar a ponta de prova (A) no ponto (1) do circuito, e a ponta de prova (B) deverá se mover para os pontos (2) e (4).

Se houver um curto no circuito do componente, o medidor emitirá o "beep" ou haverá um valor de resistência no display do medidor.



 



Como fazer o teste de continuidade



Selecione a função de continuidade no medidor (normalmente marcada com um símbolo de diodo). Certifique-se de que não exista tensão aplicada no componente sendo testado. Desconecte ambas extremidades do circuito ou do componente a ser medido. Encoste uma ponta de prova em uma extremidade do circuito ou no outro terminal do componente. Leia a medição exibida. Se houver um circuito aberto, o medidor não emitirá o "beep" ou indicará resistência infinita no display do medidor.







Atenção:
Utilize as pontas de teste apropriadas para reduzir a possibilidade de danos nos pinos do conector.  


Curto circuito com o massa:

É uma condição em que existe uma conexão indevida de um circuito com o massa, isso ocorre quando, por exemplo, o fio tem contato com o chassi do veículo (massa).

O procedimento para verificação de um curto circuito com a massa é o seguinte:

1- Desligar a chave de ignição e os terminais da bateria.

2- Deixar o circuito aberto (desconectado).
 
3- Identificar os pinos que necessitam ser testados.

4- Ajustar o multímetro para medição de resistência.

5- Encostar uma das pontas de prova do multímetro no pino correto a ser testado, e encostar a outra ponta de prova do multímetro na carcaça da cabina.

No exemplo abaixo há contato de um aterramento externo no circuito, logo se a bateria estivesse ligada, mesmo com o interruptor aberto a lâmpada acenderia.





Verificação dos pinos dos conectores



Ao desconectar os conectores durante o diagnóstico de falhas, os pinos devem ser sempre inspecionados para se certificar que estes não sejam a causa de uma conexão incorreta. Você deve verificar se existem pinos tortos, corroídos ou torcidos para trás, bem como se faltam vedações ou se estas estão danificadas.


Umidade no conector:

A umidade em um conector também pode ser a causa de problemas de performance do sistema. Muitas vezes torna-se difícil inspecionar um conector quanto à presença de umidade. No caso de suspeita de umidade, o conector deve ser secado com a aplicação de um limpador de contatos. Também pode ser usado um soprador de ar quente ajustado em baixo calor para não danificar o componente ou os fios.



Nota:
Não aplique ar comprimido nas portas do módulo ou no conector. O ar comprimido pode conter umidade devido a condensação.  





Pinos corroídos:

Inspecione ambos terminais, macho e fêmea quanto a corrosão, a qual poderá provocar uma conexão elétrica deficiente dentro do conector. Se houver pinos corroídos, estes deverão ser substituídos. Consulte a seção de reparos para o conector específico.






Pinos empurrados para trás (afundados):

Inspecione ambos os terminais, macho e fêmea quanto a existência de pinos que não possam estabelecer contato por estarem empurrados para trás (afundados) no conector. Para efetuar o reparo, empurre o pino no corpo do conector pela parte traseira deste. Certifique-se de que este fique travado no lugar. Substitua o pino se não houver travamento. Consulte a seção de reparos para o conector específico.






Pinos tortos ou expandidos:

Inspecione os terminais macho do conector. Se qualquer terminal estiver torto ou expandido de forma a não encaixar facilmente com o outro lado do conector, o pino deverá ser substituído. Consulte a seção de reparos para o conector específico.






Programa de detecção de falhas



O seguinte programa de detecção de falhas, abrange as falhas que podem ser reconhecidas pela memória de diagnose.

A sequência dos testes corresponde à sequência numérica dos códigos de diagnose (SPNs), independentemente da importância da falha. No teste de entrada de um veículo, a memória de diagnose sempre deve ser lida completamente e todas as falhas armazenadas devem ser documentadas. Isto é importante por que durante a detecção de falhas no sistema, cabos e componentes precisam ser desconectados, o que pode causar a emissão e o armazenamento de correspondentes mensagens de falha. Por este motivo, a memória de diagnose deve ser apagada sempre após verificações intermediárias. A substituição em garantia dos módulos de controle só pode ser efetuada após consulta à Assistência Técnica da MAN Latin America. Após a eliminação da falha e um controle, repetir o teste e apagar a memória de diagnose. A memória de diagnose sempre deve ser apagada por meio de MCO-08. Por princípio, antes de qualquer substituição de componentes ou módulos de controle, a memória de diagnose deve ser apagada e a falha deve ser observada. Por princípio, nos casos de múltiplos registros de falha, primeiro deve ser considerado os correspondentes avisos de testes que não requerem a substituição de componentes ou módulos de controle. Antes de qualquer reparo ou substituição de componentes ou módulos de controle, a ignição deve ser desligada. Se a ignição não for desligada, ocorrerão registros de falhas nas memórias de diagnose (SPNs) nos diferentes módulos eletrônicos de controle.




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