|
Informações
Gerais
Luzes
de advertência, alarme e códigos de falhas.

|
Luzes de aviso
• Luzes
vermelhas indicam advertências importantes para o motorista ou
uma falha grave no veículo.
O veículo não deve ser posto em movimento com qualquer dessas luzes
acesas. Caso uma delas acenda com o veículo em movimento, pare assim que
as
condições de trânsito oferecerem segurança e procure corrigir o
problema.
• Luzes amarelas indicam que algum
dispositivo auxiliar foi acionado ou,
que alguma falha leve está ocorrendo (água no combustível, restrição no
filtro
de ar, etc). Em caso de falha leve não é necessário parar o veículo
imediatamente, mas a falha deve ser corrigida assim que possível.
• Luzes verdes/azuis indicam o acionamento
de iluminação externa. O alarme sonoro, em conjunto com os
instrumentos do painel, a tela de display e as luzes de aviso, formam
um sistema
de alarme multissensorial, ou seja, qualquer anormalidade em um dos
sistemas
indicados a seguir, pode ser identificada pelo alarme sonoro, e
confirmada
através dos instrumentos e das luzes de advertência. O alarme sonoro
soa nas
seguintes condições:
• Pressão de óleo do motor baixa
• Superaquecimento do motor
• Pressão no sistema de freio baixa
• Cabine destravada
• Nível do líquido de
arrefecimento baixo

A tela de display no centro do painel (1)
de instrumentos possui uma série de símbolos, permitindo a visualização
e
identificação rápida de qualquer anormalidade nos sistemas do veículo,
sendo
utilizada também com mostrador digital do computador de bordo.
Luzes de aviso
do
Display

Funções
das luzes de aviso
Nº
|
Item
|
Indicação
|
Observação
|
1
|

|
Freio de
estacionamento acionado
|
Indica
que o freio de estacionamento está aplicado
|
2
|

|
Baixo
nível de líquido no sistema de arrefecimento
|
Teste:
Acende durante a partida do motor.
|
3
|

|
Piloto
automático / PTO
|
Indica
que o botão de acionamento foi pressionado. O sistema, embora
habilitado está inativo, aguardando a programação de velocidade/rotação.
|
4
|

|
Falha
no rastreador
|
Indica
falhas no sistema do rastreador.
|
5
|

|
Veículo
bloqueado
|
Indica
que o veículo está bloqueado. Também utilizado durante o procedimento
de desbloqueio
|
6
|

|
Falha
no ventilador do radiador
|
Não
utilizado para estes modelos.
|
7
|

|
Reduzida
|
Indica
que a marcha selecionada está na posição "baixa". Veja capítulo "Caixa
de Mudanças".
|
8
|

|
Marcha
baixa da caixa de mudanças
|
Indica
que a alavanca de mudanças está selecionada no 1° H. Veja capítulo
"Caixa de Mudanças".
|
9
|

|
Luz de
direção esquerda
|
|
10
|

|
Falha
leve
|
Indica
que uma falha leve está ocorrendo.
Não é necessário parar o veículo. Porém, na primeira oportunidade
dirija-se a
um Concessionário MAN Latin America. No visor, aparecerá o ícone ao
qual a falha está associada.
|
11
|

|
Indicador
do pisca-pisca do reboque
|
|
12
|

|
Farol
alto acionado
|
|
13
|

|
Falta
de carga na bateria
|
Teste:
Acende ao girar a chave para a posição "Partida", e apaga após o
motor entrar em funcionamento (se o alternador estiver funcionando
perfeitamente).
|
14
|

|
Luz de
direção direita
|
|
15
|

|
Falha
na suspensão pneumática
|
Não
utilizado para estes modelos.
|
16
|

|
Sistema
de ajoelhamento acionado
|
Não
utilizado para estes modelos.
|
17
|

|
Veículo
fora de nível
|
Veículo
fora de nível.
|
18
|

|
ECAS
|
Não
utilizado para estes modelos.
|
19
|

|
Filtro
de combustível obstruído
|
Indica
que o filtro de combustível deve ser substituído.
|
20
|

|
Presença
de água no combustível
|
Indica
que o filtro separador de água deve ser drenado.
Teste: Acende durante a partida do motor.
|
21
|

|
Filtro
de ar obstruído
|
Indica
que o filtro de ar deve ser substituído. Teste: Acende durante a
partida do motor.
|
22
|

|
Acionamento
do suspensor pneumático do 3° eixo
|
Não
utilizado para estes modelos.
|
23
|

|
Cabine
destravada
|
Acende
caso a cabine esteja destravada, e permanece acesa enquanto o problema
não for corrigido. O alarme dispara.
|
24
|

|
Freio
motor acionado com potência de 100%
|
Indica
que o freio motor está acionado com 100% de potência
(a tecla no painel está na posição LIGADO).
|
25
|

|
Freio
motor acionado com potência de 50%
|
Indica
que o freio motor está acionado com 50% de potência (a tecla no painel
está na posição LIGADO).
|
26
|

|
LIM
(Lâmpada indicadora de mau funcionamento do
sistema OBD Autodiagnose de Bordo) Injeção do agente redutor ARLA 32
|
Indica
falha no sistema de injeção do agente redutor ARLA 32
e no sistema de controle de emissões de poluentes.
|
27
|

|
Função de proteção da
embreagem
|
Indica
quando a embreagem é exposta a condições de desgaste (por ex.: quando o
motorista "descansa” o pé sobre o pedal
por muito tempo).
|
28
|

|
Erro
no tacógrafo
|
Acende
em caso de divergência no total de quilômetros gravados entre a unidade
lógica e o tacógrafo, ou quando há falha no tacógrafo. (Ex.: Falta de
disco).
|
29
|

|
Aviso
do cinto de segurança (opcional)
|
Coloque
o cinto de segurança.
|
|

|
Baixo
nível de combustível
|
Indica
que o nível de combustível está baixo, abasteça o veículo.
|
|

|
Baixa
pressão do ar no sistema de freio
|
Acende
caso a pressão do ar caia abaixo de 5,1 bar.
Teste: Acende durante a partida do motor.
|
|

|
Baixa
pressão do óleo do motor
|
Teste:
Acende durante a partida do motor, e apaga após o motor entrar em
funcionamento.
|
|

|
Superaquecimento
do motor
|
Teste:
Acende durante a partida do motor, e apaga após o motor entrar em
funcionamento.
|
Sistema de
autoproteção do motor

O motor eletrônico informa, por meio das luzes de aviso
no painel, possíveis falhas em seus componentes ou sistemas.
O triângulo (1) amarelo acende quando uma falha leve
ocorre no veículo, acompanhado do ícone ao qual a falha está associada.
A o símbolo (2) indica que uma falha grave está
ocorrendo. Pare o veículo imediatamente, assim que as condições de
trânsito
sejam seguras.
No visor, aparecerá o ícone ao qual a falha está
associada e o alarme soará.
A lâmpada
(3) do sistema de auto diagnose de bordo (OBD) acende quando ocorre
uma falha do sistema de controle de emissões, e quando o nível de NOx
emitido pelo escapamento está fora do especificado.
Nas falhas listadas a seguir, se o veículo continuar em movimento,
haverá o despotenciamento do motor, ou seja, o motor irá perder
potência:
• Superaquecimento do motor
• Baixo nível do líquido de arrefecimento
• Baixa pressão do óleo lubrificante
• Todas as falhas relacionadas ao sistema de controle de emissões
(OBD), com nível de NOx superior a 7,0 g/kwh
Módulo eletrônico de comando do motor EDC7 (A435)
Descrição:
Basicamente,
o módulo eletrônico de comando do motor EDC controla a injeção correta
de
combustível e a adaptação deste controle sob diferentes condições de
operação
e, com isso, o controle da potência e das emissões do motor. O módulo
de
comando (software / hardware) é aplicável para no máximo seis
cilindros.
Armazenamento de falhas:
O
sistema é automonitorado continuamente. Para este objetivo, ocorre uma
inspeção
de área ('Signal-Range-Check'). Nesse
monitoramento, todos os sinais em um determinado padrão de tempo
(determinado
através de software) são consultados quanto à existência e
plausibilidade. O próprio
módulo de comando é verificado constantemente durante todo o tempo de
operação
do programa. O primeiro monitoramento ocorre sempre ao ligar a ignição
(monitoramento da 'soma de verificação'). Caso ocorram falhas durante a
operação, elas são registrados na memória de falhas e uma mensagem
aparece no
visor do motorista.
No armazenamento de falhas,
ocorre:
– Identificação do
código de falha (SPN)
– Identificação do
tipo de falha (FMI)
– Classificação da
prioridade de falhas
– Detecção da frequência
de falhas
– Detecção das
condições limite (duas condições de meio ambiente) para o momento da
classificação de falhas.
Falhas
esporádicas são retidas inicialmente após seu primeiro desaparecimento
por um
contador de autorrecuperação, ou seja, é aplicado um determinado número
de
frequência, que a cada processo de inicialização é retornado em uma
unidade.
Caso a falha não mais ocorra e o contador alcance o valor zero, o bloco
de
falhas correspondente é apagado e avançado para outros blocos de falhas
eventualmente existentes.
Dependendo da
avaliação de uma falha ocorrida, as
seguintes medidas são introduzidas automaticamente:
– Comutação para uma
função substituta apropriada para outra característica de
dirigibilidade, ainda
que limitada, a fim de possibilitar a continuação da viagem até a
oficina MAN
mais próxima.
– Desligamento automático
do motor, desde que necessário por razões de segurança.
Assim
que ocorre uma falha, um bloco de falhas é registrado na memória de
falhas, ou
uma falha existente é atualizada.
Essa mensagem contém as
seguintes indicações:
– Reconhecimento da
falha = SPN ("Suspect Parameter Number")
– Condição do
ambiente 1 = SPN1 com o valor pertinente medido
– Condição do
ambiente 2 = SPN2 com o valor pertinente medido
– Tipo de falha (causa) = FMI ("Failure Mode
Identification")
– Prioridade da falha
= PRIORICADE ("Priority").
Dessa
forma, cada falha individual recebe uma prioridade, pois as falhas
diagnosticadas e registradas no módulo de comando podem trazer riscos
distintos.
| Prioridade
|
Resposta
no painel de instrumentos |
Significado
|
1
|
A
luz de alerta da central pisca em vermelho
durante o percurso ou com o veículo parado; Indicação no
display.
|
Risco
à dirigibilidade e/ou
à segurança. Parar imediatamente.
|
2
|
Luz
de falha da central acende constantemente em vermelho durante o
percurso ou com o veículo parado.
|
Procurar
imediatamente uma
oficina.
|
3
|
Luz
de alerta da central acende constantemente em amarelo com o
veículo parado.
|
Medidas
necessárias antes do início da
viagem.
Sem limitação à segurança da viagem.
|
4
|
Sem
indicação.
|
Falha
sem influência na
segurança em trânsito.
|
5
|
Luz
de alerta da central acende constantemente em amarelo durante o
percurso e com o veículo parado.
|
Solução
imediata da falha
não é necessária. Solucionar a falha na próxima revisão programada em
oficina.
|
O visor indica somente
uma falha por vez:
– Uma falha de alta
prioridade tem preferência na indicação do visor
– Uma mensagem com
baixa prioridade não é mostrada ao motorista e a indicação atual
permanece no
visor
Memória de falhas OBD
A
memória de falhas OBD é concebida como um módulo suplementar à memória
de
falhas existente.
Falhas
relevantes às emissões são sempre armazenadas. Primeiramente na memória
de
falhas 'normal' com o código de falha SPN, data e hora são registradas
com atraso
(estabilizado acima de 3 trajetos completos), e também na memória de
falhas OBD
com o código P padronizado de 5 dígitos. Ao mesmo tempo, com a
armazenagem da
falha na memória de falhas OBD, a luz de alerta de falha OBD (LIM)
começa a
piscar.
Uma
vez que uma falha referente às emissões no sistema de gases de escape
não esteja
mais ativa, a luz de alerta de falha OBD (LIM) permanecerá acesa por 3
trajetos
completos ou 24 horas de operação do motor, antes de se apagar. Uma
falha não
mais considerada ativa após 40 ciclos de aquecimento ou 100 horas de
operação,
será classificada como "em ordem" e apagada da memória de falhas.
Ciclo de aquecimento:
O
motor é operado até que a temperatura do líquido de arrefecimento tenha
aumentado pelo menos 22°C em relação ao estado na partida do motor, e
alcançado no mínimo 70°C.
Identificação dos
conectores:

(A) Conector do Motor,
89 pinos
(B)
Conector do
Veículo, 36 pinos
(C)
Conector do
Injetor, 16 pinos
Local de instalação:
O módulo de comando está fixado no bloco do motor, para os motores de
cilindros em linha.

Tabela de
ligação dos
conectores
Módulo eletrônico de
comando do motor EDC7 C32 Euro 5 (A435), localização dos pinos do
conector A do
motor:

| Pino |
Função |
A01
|
Alimentação
do módulo de comando (bateria +)
|
A02
|
Ativação
da válvula proporcional do turbo alimentador
|
A03
|
Massa do
módulo de comando (bateria –)
|
A04
|
Massa da
válvula proporcional do turbo alimentador
|
A05 – A06
|
Não
ocupado |
| A07 |
Alimentação
do módulo de comando (bateria +)
|
| A08 |
Ativação
da unidade de dosagem (ZME) Mprop
|
| A09 |
Massa do
módulo de comando (bateria –)
|
| A10 |
Massa da
unidade de dosagem (ZME) Mprop
|
| A11 |
Massa da
válvula proporcional, EGR regulada (E-AGR)
|
| A12 |
Alimentação
do módulo de comando (bateria +)
|
| A13 |
Alimentação
do módulo de comando (bateria +)
|
| A14 |
Massa do
módulo de comando (bateria –)
|
| A15 |
Massa do
módulo de comando (bateria –)
|
| A16 |
Ativação
do IMR (motor de partida) sinal - high
|
| A17 |
Alimentação
da válvula proporcional, EGR regulada (E-AGR)
|
| A18 |
Alimentação
da ativação, válvula borboleta EGR (CRT)
|
| A19 |
Ativação
IMR (motor de partida) sinal - low
|
| A20 |
Entrada
de sinal do sensor de baixa pressão do combustível
|
| A21 |
Entrada
de sinal do sensor de pressão do óleo
|
| A22-A23 |
Não
ocupado |
| A24 |
Alimentação
do sensor de pressão do óleo (5 v)
|
| A25 |
Alimentação
do sensor de pressão do óleo (5 v) |
| A26 |
Não
ocupado |
| A27 |
Não
ocupado |
| A28-A31 |
Não
ocupado |
| A32 |
Alimentação
do sensor de posição (sinal de confirmação), EGR regulado
(5 v)
|
| A33-A35 |
Não
ocupado |
| A36 |
Massa da
ativação, válvula borboleta EGR (CRT)
|
| A37 |
Massa do
sensor de baixa pressão do combustível
|
| A38 |
Massa do
sensor de pressão do óleo
|
| A39 |
Massa do
sensor de posição do êmbolo (sinal de confirmação), EGR
regulado
|
| A40 |
Alimentação
do sensor de baixa pressão do combustível (5V)
|
| A41 |
Não
ocupado |
| A42 |
Massa do
sinal de confirmação, válvula borboleta EGR (CRT)
|
| A43 |
Alimentação
do sensor de pressão do Common-Rail (5V)
|
| A44 |
Não
ocupado (reserva da saída do sinal da rotação do eixo comando)
|
| A45 |
Não
ocupado |
| A46-A50 |
Não
ocupado |
| A51 |
Luz de
controle OBD (LIM)
|
| A52-A53 |
Não
ocupado |
| A54 |
Massa do
sensor de rotação do eixo comando
|
| A55 |
Massa do
sensor de rotação do virabrequim
|
| A56 |
Massa do
sensor de temperatura do combustível
|
| A57 |
Massa do
sensor de temperatura do ar do turbo, antes da entrada no
cilindro
|
| A58 |
Massa do
sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
|
| A59 |
Não
ocupado |
| A60 |
Não
ocupado |
| A61 |
Massa do
sensor de pressão do Common-Rail
|
| A62 |
Massa do
sensor da pressão de alimentação (LDF6 e LDF6-T)
|
| A63-A69 |
Não
ocupado |
| A70 |
Saída de
sinal do sensor de temperatura do ar do turbo (integrado ao
sensor de pressão do turbo LDF6-T)
|
| A71 |
Não
ocupado |
| A72 |
Entrada
de sinal do sensor de rotação do eixo comando
|
| A73 |
Entrada
de sinal do sensor de rotação do virabrequim
|
| A74 |
Não
ocupado |
| A75 |
Entrada
de sinal do sensor de temperatura do combustível
|
| A76 |
Entrada
de sinal do sensor de temperatura do ar do turbo, antes da
entrada no cilindro
|
| A77 |
Entrada
de sinal do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
|
| A78 |
Não
ocupado |
| A79 |
Sinal de
confirmação, válvula borboleta EGR (CRT)
|
| A80 |
Entrada
de sinal do sensor de pressão do Common-Rail
|
| A81 |
Entrada
de sinal do sensor de pressão do turbo
|
| A82 |
Não
ocupado |
| A83 |
Massa do
sensor de temperatura do óleo do motor (opcional)
|
| A84 |
Não
ocupado |
| A85 |
Entrada
de sinal do sensor de temperatura do óleo do motor (opcional)
|
| A86 |
Não
ocupado |
| A87 |
Entrada
de sinal do sensor de posição (sinal de confirmação), EGR
regulado
|
| A88-A89 |
Não
ocupado |
Módulo eletrônico de
comando do motor EDC7 C32 Euro 5 (A435), localização dos pinos do
conector B do
veículo:

| Pino |
Função |
B01
|
Não
ocupado
|
| B02 |
Não
ocupado |
B03 - B04
|
Não
ocupado |
| B05 |
Alimentação
de aquecimento da sonda lambda (positivo da bateria)
|
| B06 |
Não
ocupado |
| B07 |
Não
ocupado |
| B08 |
Sincronismo
do aquecedor, aquecimento, sonda lambda (–)
|
| B09-B11 |
Não
ocupado |
| B12 |
Ativação
- válvula de retenção dos gases de escape (CRT)
|
| B13 - B18 |
Não
ocupado |
| B19 |
Massa -
válvula de retenção dos gases de escape (CRT)
|
| B20 |
Não
ocupado |
| B21 |
M-CAN Low
|
| B22 |
M-CAN High
|
| B23 |
Massa
virtual da sonda lambda
|
| B24 |
Corrente
pulsante da sonda lambda
|
| B25 |
HD-OBD-CAN
High
|
| B26 |
Massa do
sensor de temperatura dos gases de escape
|
| B27 |
Não
ocupado |
B28 - B29
|
Não
ocupado |
| B30 |
Tensão
Nernst da sonda lambda
|
| B31 |
Resistência
de compensação (corrente de equilíbrio) da sonda lambda
|
| B32 |
HD-OBD-CAN
Low
|
| B33 |
Entrada
de sinal do sensor de temperatura dos gases de escape
|
| B34 |
Não
ocupado |
| B35 |
Cabo K ISO
|
| B36 |
Alimentação
do módulo de comando (borne 15)
|
Módulo eletrônico de
comando do motor EDC7 C32 Euro 5 (A435), localização dos pinos do
conector C
dos injetores:

| Pino |
Função |
C01
|
Injetor
do 5º cilindro high-signal
|
| C02 |
Injetor
do 6º cilindro high-signal |
| C03 |
Injetor
do 4º cilindro high-signal |
| C04 |
Injetor
do 1º cilindro high-signal |
| C05 |
Injetor
do 3º cilindro high-signal |
| C06 |
Injetor
do 2º cilindro low-signal
|
| C07 - C10 |
Não
ocupado
|
| C11 |
Injetor
do 2º cilindro high-signal
|
| C12 |
Injetor
do 3º cilindro low-signal
|
| C13 |
Injetor
do 1º cilindro low-signal |
| C14 |
Injetor
do 4º cilindro low-signal |
| C15 |
Injetor
do 6º cilindro low-signal |
| C16 |
Injetor
do 5º cilindro low-signal |
Bomba de alta
pressão
CP3.4
Descrição:
A
bomba de alta pressão CP3.4 é uma bomba de pistão radial com 3
cilindros. Ela tem a tarefa de gerar alta pressão
necessária para a injeção e transportar um volume suficiente de
combustível em
todas as situações operacionais. Acionada pelo motor, a bomba de alta
pressão é
montada nos motores de cilindros em linha D08 na mesma posição como em
uma
bomba de injeção convencional. O acionamento da bomba de alta pressão é
feito
através de engrenagens. Através de uma polia, o acionamento das
engrenagens
dianteiras também aciona o alternador, a bomba de água e, se
instalados, o
compressor do sistema de ar condicionado, na parte dianteira do motor.
O combustível é comprimido por uma bomba de
pré-alimentação através das tubulações de combustível para o filtro de
combustível (KSC) e, a seguir, através do ZME na "câmara de admissão"
da bomba de alta pressão. A bomba de pré-alimentação se une à bomba de
alta
pressão através de flange. No lado da admissão da bomba de alta
pressão, está
agregada a unidade de dosagem ZME (MProp). A unidade de dosagem é um
atuador
para a regulagem da pressão do combustível no acumulador de alta
pressão
(Common-Rail).
Atualmente, está aplicada a bomba de pistão radial CP3.4.

(1)
Bomba de alta pressão
(2)
Unidade de dosagem ZME (MProp)
(3) Bomba de alimentação
A
bomba de alta pressão CP3.4 é uma bomba de pistão radial com 3
cilindros.
A
relação de ampliação para o virabrequim nos motores D08 é de 1:1,33, ou
seja, a
bomba de alta pressão gira mais rápido que o virabrequim.

|
Nota:
Após a
troca da bomba, o sistema de combustível deve ser drenado antes da
primeira
partida (consultar manual de operação, capítulo „”Auto-auxílio do
sistema de
combustível"). |
Local de instalação:
A
bomba de alta pressão é acionada pelo motor e está montada na mesma
posição de
uma bomba de injeção convencional.

Unidade de
dosagem ZME (válvula proporcional de
combustível MProp) (Y332, Y356)
Descrição:
A unidade de dosagem ZME (MProp) é um atuador para
regulagem da pressão do combustível no acumulador de alta pressão
(Common-Rail). A unidade de dosagem se encontra no lado de baixa
pressão (lado
de entrada) da bomba de alta pressão e está fixada na carcaça da bomba
de
alta pressão CP3.
A unidade de dosagem ZME é regulada por uma saída PWM
(sinal modulado por largura de pulso):
Ciclo de trabalho 100%
-----------------------------------------------------------------------------
Unidade de
medição fechada (descarga de volume nula).
Ciclo de trabalho 0%
-----------------------------------------------------------------------------
Unidade
de dosagem aberta (descarga máxima).
O ciclo de regulagem consiste no sensor de
pressão do Common-Rail, módulo de comando e unidade de dosagem.

Local de instalação:
A unidade de dosagem ZME (MProp) está fixada na carcaça
da bomba de alta pressão.

Tabela de ligação dos
conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
Módulo
de comando, pino A570 |
1
|
Sinal
de entrada PWM
|
A08
|
A08
|
2
|
Massa
|
A10 |
A10 |
Acumulador de
alta
pressão (Common-Rail)
Descrição:
O
nome "Common-Rail" deriva do tipo e função do acumulador de alta
pressão.
O combustível é injetado através desse conjunto acumulador
(Common), que
é, ao mesmo tempo, um distribuidor
ou trilho (Rail) para
um cilindro
individual. Assim, o combustível está constantemente sob alta pressão,
sendo
removido somente no momento exato.
As
funções do acumulador de alta pressão são:
– Armazenar
combustível e
– Evitar
oscilações de pressão.
O
acumulador de alta pressão é um tubo fabricado em aço forjado.
Dependendo do
motor, ele tem diferentes diâmetros e comprimentos. Para evitar
oscilações de
pressão, é desejado o maior volume possível, isto é, o maior diâmetro
possível.
Entretanto, um volume pequeno favorece uma partida rápida do motor.
Assim,
é necessário um dimensionamento o mais exato possível do volume para o
motor. A
figura abaixo apenas sugere um exemplo de dimensionamento. No
acumulador de
alta pressão, também estão agregados à válvula de limitação de pressão
(1) e o
sensor de pressão do Common-Rail (2). O combustível segue desde a bomba
de alta
pressão, passando por uma tubulação, até o acumulador de alta pressão.
Para
cada cilindro existe uma conexão no acumulador de alta pressão, através
da qual
o combustível chega ao injetor, via uma tubulação.

|
Nota:
Como
resultado do aperfeiçoamento técnico, a válvula de limitação de pressão
foi
integrada no acumulador de alta pressão, formando uma unidade única com
o
Common-Rail. |

(1) Válvula de controle de pressão
(2) Sensor de pressão do Common-Rail
Válvula de
controle
de pressão
Descrição:
A
válvula de controle de pressão está montada no acumulador de alta
pressão
(Common-Rail) e funciona como uma válvula de segurança com limitação de
pressão. A válvula de controle da pressão limita a pressão no
Common-Rail. Com
pressões muito altas, existe uma abertura de descarga livre. Na pressão
normal
de operação, uma mola comprime hermeticamente um êmbolo no assento da
válvula,
fazendo com que o Common-Rail permaneça fechado. Somente em caso de
ultrapassar
a pressão máxima do sistema, um pistão é pressionado contra uma mola
através da
pressão no Common-Rail.
A
válvula de limitação de pressão consiste em dois êmbolos. No caso de
pressão
muito elevada no Common-Rail (cerca de 1.800 bar), o primeiro êmbolo se
move e
libera permanentemente uma seção transversal parcial, através da qual o
combustível pode escoar do distribuidor. A pressão do Common-Rail deve
ser
mantida constante em cerca de 700 a 800 bar. O motor continua
funcionando
e o veículo pode ser movido com volume reduzido de carga até a oficina
MAN mais
próxima.
A
válvula de limitação de pressão só volta a fechar se o motor for
desligado e a
pressão do Common-Rail cair abaixo de 50 bar, isto é, se for aberto uma
vez, o 2.º estágio permanece aberto enquanto o motor funciona.
Caso
a válvula de limitação de pressão não abra suficientemente rápido, ela
é empurrada
aberta, isto é, sua abertura é forçada. Para abrir a válvula de
limitação de
pressão, a unidade de dosagem de combustível (ZME) Mprop é aberta
através da
interrupção da alimentação de tensão, assim como é bloqueada a saída de
combustível através da injeção. A pressão do Common-Rail é
intensificada até
que a pressão de abertura da válvula de limitação de pressão seja
alcançada. Se
a abertura forçada não for bem sucedida, por exemplo, por causa de uma
válvula
de limitação de pressão mecanicamente emperrada, o motor é desligado.

|
Nota:
Como
resultado do aperfeiçoamento técnico, a válvula de limitação de pressão
foi
integrada ao acumulador de alta pressão, formando uma unidade única com
o
Common-Rail. |

Local de instalação:
A
válvula de controle da pressão está montada no acumulador de alta
pressão
(Common-Rail).

Sensor de
pressão do
Common-Rail
Descrição:
O
sensor de pressão do Common-Rail monitora a pressão de combustível no
acumulador de alta pressão (Common-Rail). O objetivo é garantir uma
pressão
pré-indicada conforme o ponto de operação no acumulador de alta pressão
(Common-Rail). O sensor de pressão do Common-Rail está montado no
acumulador de
alta pressão.
A faixa de medição do sensor é de 0 a 1.800 bar.

Curva característica do
sensor:

Local de instalação:
O
sensor de pressão do Common-Rail está montado no acumulador de alta
pressão
(Common-Rail).

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
Módulo
de comando, pino A570 |
1
|
Massa
do sensor
|
A61
|
A61
|
2
|
Sinal
de saída
|
A80 |
A80 |
3
|
Alimentação
de voltagem
5 V
|
A43
|
A43 |
Injetor (Y341 -
Y346)
Descrição:
O injetor insere o combustível na câmara de
combustão. O módulo eletrônico de comando do motor EDC 7 indica o tempo
de
injeção (duração de ativação da bobina do injetor para injeção
anterior,
principal e, eventualmente, posterior) e o ponto de injeção, e ativa a
válvula
eletromagnética do injetor de modo extremamente rápido. Através do
induzido da válvula
eletromagnética, o limitador de descarga da câmara de distribuição é
aberto ou
fechado. Na abertura do limitador de descarga, a pressão é reduzida na
câmara
de distribuição e a agulha de injeção se abre. No fechamento do
limitador, a
pressão aumenta na câmara de distribuição e a agulha de injeção é
fechada.
Portanto, o comportamento de abertura da agulha de injeção (velocidade
de
abertura e fechamento) é determinado pelo limitador de descarga na
câmara de
distribuição do injetor.
Através
da tubulação de retorno, o volume de fuga do injetor
(fuga através do limitador de descarga e da agulha de injeção) é
retornado ao
tanque. O volume de injeção exato é determinado através da seção
transversal de
descarga do bico, do tempo de abertura da válvula eletromagnética e da
pressão
do acumulador.

|
Nota:
Ao
substituir o injetor, se a troca for imprescindível, atentar para que
os
injetores novos tenham o mesmo número Bosch. Atualmente, existem dois
tipos de
injetores: A substituição de injetores "velhos" por "novos" não é
possível! Não misturar! Se for necessário adaptar injetores de tipo
mais novo, o
Common-Rail e o módulo de comando devem ser substituídos.
|

Local de instalação:
Os
injetores são dispostos na mesma posição dos bicos injetores
convencionais, no
cabeçote. A figura ilustra um exemplo de instalação em um motor D28.

Sensor de
rotação do virabrequim (B488)
Descrição:
Instalado
no volante do motor, este sensor mede o ângulo de acionamento da árvore
de manivelas (calculado). Esta informação é determinante para o ponto
correto de ativação
dos injetores de cada cilindro.
A
engrenagem do sensor funciona como uma engrenagem. Por esta
razão,
este sensor de rotação será designado, daqui por diante, como sensor de rotação. A engrenagem é um componente do
volante do
motor e possui 60 – 2 = 58 furações (6x5 mm), que estão dispostas com
afastamentos
de 6°. Faltam duas furações para formar um vão. O vão serve para
determinar a
posição do ângulo do motor a 360° da árvore de manivelas (um giro da
manivela) e é
atribuído a uma posição definida da mesma, no 1º cilindro. A partida do
motor também pode ocorrer somente com o sensor da árvore de manivelas
ou somente com o
sensor do eixo comando. Na operação somente com o sensor da árvore de
manivelas, são
feitas injeções de teste no processo inicial na troca de gás em PMS e
na
ignição em PMS, já que o EDC só deve buscar a ignição correta em PMS
sem o sensor
do eixo comando. Se o módulo de comando reconhece uma reação de rotação
(ignição), o PMS correto é encontrado e ocorre a partida do motor,
funcionando
como se estivesse com ambos os sensores.
O de rotação consiste em um ímã permanente e uma
bobina. O
ímã "move" com seu campo magnético a parte mecânica a ser girada e
detectada, no caso o rotor, que está instalado no árvore de
manivelas. Caso
um orifício se mova no sensor e passe pelo mesmo, o fluxo de corrente é
intensificado ou cresce entre os vãos. Isto gera uma tensão de indução
na
bobina do sensor, que é avaliada pelo sistema eletrônico de comando. A
distância do sensor ao rotor é de aproximadamente 1 mm.

Local de instalação:
O de rotação está montado no alojamento do volante do
motor.

Ligação dos conectores:
1-
Ligação de conectores
|
2-
Esquema do circuito
|

|

|
| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1(2)
|
Sinal
de saída |
A73
|
2(1)
|
Massa
do sensor |
A5 |
Sequência de sinais:
No pino 2, aparece a 1ª senóide positiva ao passar um
material condutor de magnetismo.

|
Nota:
A primeira senóide deve ser positiva, caso contrário ocorre o registro
de falha
SPN 3753.
|
Sensor de
rotação do
eixo comando (sensor de seguimento de rotação) (B489)
Descrição:
O
sensor de seguimento de rotação detecta a rotação do eixo comando do
motor e
transmite esta informação na forma de tensão de indução ao módulo de
comando. O eixo comando controla as válvulas de admissão e exaustão do
motor,
girando com a metade da velocidade da árvore de manivelas. Sua posição
determina se um
êmbolo se encontra no sincronismo de pressão ou no sincronismo de
exaustão ao
mover-se para o PMS. Esta informação não pode ser obtida a
partir da posição da árvore de manivelas durante o processo de partida.
Em
contrapartida, com o veículo em movimento, a informação gerada na
árvore de manivelas
pelo sensor de rotação é suficiente para determinar a
posição do
motor. Isto significa que, em caso de falha do sensor de rotação no
eixo
comando com o veículo em funcionamento, a posição do motor ainda
continua a ser
reconhecida pelo módulo de comando. A engrenagem do sensor é executada
como uma
engrenagem de seguimento, e é acionada pelo eixo comando. Por esta
razão, esse
sensor de rotação será designado, daqui por diante, como sensor de
seguimento
de rotação. A engrenagem também é denominada sensor de fase. O sensor
possui
uma marca de fase por cilindro (por exemplo, 6 marcas em motores de 6
cilindros, ou 4 marcas em motores de 4 cilindros) e uma marca de
sincronização.
A marca de fase é um dente na engrenagem de fase. As marcas de fase são
divididas em distâncias uniformes através da engrenagem de fase. A
marca de
sincronização é uma marca adicional na engrenagem de fase, que se situa
compactamente atrás de uma das marcas de fase. Ela serve para
determinar a
posição do ângulo do motor dentro de 720° da árvore de manivelas. A
partida do motor
também pode ocorrer somente com o sensor do eixo comando ou com o da
árvore de manivelas. Na operação somente com o sensor da árvore de
manivelas, são feitas
injeções de teste no processo inicial na troca de gás em PMS e na
ignição em
PMS, já que o EDC só deve buscar a ignição correta em PMS sem o sensor
do eixo
comando.
Se
o módulo de comando reconhece uma reação de rotação (ignição), o PMS
correto é
encontrado e ocorre a partida do motor, funcionando como se estivesse
com ambos os sensores.
Na operação somente com o sensor do eixo comando, as correções de
ângulo são
armazenadas no módulo de comando, de modo que o ponto de injeção também
possa
ser determinado corretamente sem o cálculo exato do ângulo de
acionamento
através do sensor . Na estrutura e no modo de atuação, o
sensor do
seguimento de rotação se assemelha ao sensor de rotação
para a
detecção da rotação da árvore de manivelas.

Local de instalação:
O
sensor de segmento de rotação está montado na seção frontal do motor,
no
acionamento do eixo comando.

Ligação dos conectores:
1-
Ligação de conectores
|
2-
Esquema do circuito
|

|

|
| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1(2)
|
Sinal
de saída |
A72
|
2(1)
|
Massa
do sensor |
A54 |
Sequência
de sinais:
No pino 2, aparece a 1ª senóide
positiva ao passar um material condutor de magnetismo.

|
Nota:
A primeira senóide deve ser positiva, caso contrário ocorre o registro
de
falha SPN 3752.
|
Sensor de
pressão do óleo (B104)
Descrição:
O
sensor de pressão do óleo é um instrumento de proteção do motor, uma
vez que
sua função é monitorar a pressão do óleo. A faixa de medição da pressão
se
estende de 0 (0,5 V) a 6 bar (4,5 V).

Curva característica do
sensor:

Local de instalação:
O
sensor de pressão do óleo está montado na carcaça do filtro de óleo do
motor.

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Alimentação
de voltagem
5 V |
A24
|
2
|
Massa
do sensor |
A38 |
3
|
Sinal
de saída |
A21
|
4
|
-
|
-
|
Sensor de pressão do combustível (B377)
Descrição:
O
sensor de pressão do combustível monitora a pressão do combustível no
fluxo de
entrada da bomba (no lado de baixa pressão). A faixa de medição da
pressão se
estende de 0 (0,5 V) a 15 bar (4,5 V).

Curva característica do
sensor:

Local de instalação:
O
sensor de pressão de combustível está montado na carcaça do filtro de
combustível.

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Alimentação
de voltagem
5 V |
A40
|
2
|
Massa
do sensor |
A37 |
3
|
Sinal
de saída |
A20
|
4
|
-
|
-
|
Sensor de
pressão do turbo Bosch LDF 6T (B125)
Descrição:
O
sensor de pressão do turbo LDF 6T serve para a medição da pressão
absoluta do
turbo;
Um sensor de temperatura está integrado ao sensor da
pressão de
alimentação.

Curva característica do sensor:

Local de instalação:
O
sensor de pressão do turbo está montado no coletor de admissão.

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Massa
do sensor |
A62
|
2
|
- |
-
|
3
|
Alimentação
de voltagem
5 V |
A25
|
4
|
Sinal
de saída |
A81
|
Sensor da
temperatura do ar do turbo (B123)
Descrição:
O
sensor da temperatura do ar do turbo monitora o retorno dos gases de
escape
junto com o sensor de pressão do turbo LDF 6T (B623).

Tabela de valores
medidos:
Temperatura
em °C
|
120
|
100
|
80
|
60
|
40
|
20
|
0
|
-20
|
-40
|
Resistência
em Ohm
|
112
|
186
|
322
|
595
|
1175
|
2500
|
5896
|
16462
|
45313
|
Voltagem
em V
|
0,643
|
0,982
|
1,480
|
2,170
|
2,980
|
3,740
|
4,300
|
4,613
|
4,754
|
Local de instalação:
O sensor de temperatura do ar do turbo está montado no
coletor de admissão.

Ligação dos conectores:
1 - Ligação de Conectores
|
2- Esquema do circuito
|

|

|
| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Sinal
de saída |
A76
|
2
|
- |
-
|
3
|
Massa
do sensor |
A57
|
4
|
-
|
- |
Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
(B124)
Descrição:
O
sensor de temperatura do líquido de arrefecimento é uma resistência
NTC.
Localizado no circuito de refrigeração, o sensor fornece ao módulo de
comando
informações sobre a temperatura do líquido de arrefecimento.
Dependendo
da temperatura do líquido de arrefecimento, são chamados diversos
campos
característicos do módulo de comando para a operação do motor.

Local de instalação:
O sensor de temperatura do líquido de arrefecimento está
instalado na tubulação de água do motor.

Tabela de valores medidos:
Temperatura
em °C
|
120
|
100
|
80
|
60
|
40
|
20
|
0
|
-20
|
-40
|
-48
|
Resistência
em Ohm
|
112
|
186
|
322
|
595
|
1175
|
2500
|
5896
|
15462
|
45313
|
70900
|
Voltagem
em V
|
0,643
|
0,982
|
1,480
|
2,170
|
2,980
|
3,740
|
4,300
|
4,613
|
4,754
|
4,781
|
Ligação dos conectores:
1- Ligação de conectores
|
2- Esquema do circuito
|

|

|
| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Sinal
de saída |
A77
|
2
|
- |
-
|
3
|
Massa
do sensor |
A58
|
4
|
-
|
- |
Sensor de
temperatura dos gases de escape (B561)
Descrição:
O
sensor de temperatura B561 monitora a temperatura dos gases de escape
para
monitoramento do NOx.

Reconhecimento do
ponto de orvalho:
Na
operação normal, a temperatura de trabalho da sonda lambda fica em
780°C. Após
a partida do motor, existe o risco da cerâmica da sonda lambda ser
danificada
ou destruída por conta da água condensada. Para evitar a formação de
gotas,
deve-se determinar a quantidade de calor captada (em função da corrente
e da
temperatura da massa dos gases de escape). Dependendo da quantidade de
calor
captado, ocorre a liberação do aquecimento da sonda lambda.
Local de instalação:
O sensor de temperatura dos gases de escape está
instalado no tubo de escapamento.

Tabela de valores medidos:
Temperatura
em °C
|
0
|
25
|
200
|
400
|
600
|
800
|
Resistência
em Ohm
|
200
|
220
|
352
|
494
|
627
|
751
|
Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
(2)
|
Sinal
de saída |
B33
|
2
(1)
|
Massa
do sensor |
B26
|
Sonda lambda (B322)
Descrição:
A
sonda lambda é empregada em motores com recirculação dos gases de
escape,
resfriados como método alternativo para a medição por meio do sensor de
NOx.
Este conceito de monitoramento nos motores com recirculação dos gases
de escape
se baseia na dependência primária das emissões de NOx, do teor de
oxigênio e da
massa de carga útil (massa de ar e massa dos gases de escape
recirculados) no
cilindro em pontos fixos de operação.
A
sonda lambda mede a diferença da concentração de oxigênio entre o ar
ambiente e
o fluxo dos gases de escape. Com isto, o sinal de medição fornecido
pela sonda
é uma medida direta para o teor de ar nos gases de escape. Através do
aquecimento da sonda, uma análise do teor de ar já pode ocorrer para
temperaturas
dos gases de escape em torno de 150°C. A sonda lambda aqui utilizada
(LSU 4.9)
é uma sonda de banda larga, isto é, os valores lambda podem ser medidos
continuamente entre λ = 0,65 e o ar. Isto é possível uma vez que
"corrente
pulsante" em curso quase linear serve como grandeza de medição ao
módulo de
comando. A sonda de banda larga ocupa duas células: uma de bomba e uma
de
sensor (célula de concentração Nernst). Com a corrente de pulso, sempre
são
bombeados muitos íons de oxigênio para a câmara de medição, até atingir
um
valor de tensão de 450 mV entre os eletrodos no canal de ar de
referência e na
célula de medição. A corrente de pulso é a grandeza de medição para o
valor de
lambda. Assim, um circuito de avaliação correspondente está em
condições de
avaliar a sonda lambda para o monitoramento da EGR-Rate. O EGR-Rate tem
influência direta sobre os valores de NOx (um EGR-Rate muito baixo
condiciona uma
concentração muito alta de NOx, sendo colocado SPN 3930).

Local de instalação:
A Sonda lambda está instalada no tubo de escapamento.

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Corrente
pulsante
|
B24
|
2
|
Massa
virtual
|
B23
|
3
|
Ativação
do sincronismo do
aquecedor, aquecimento da sonda (–)
|
B08
|
4
|
Alimentação
de aquecimento
da sonda(positivo da bateria)
|
B05
|
5
|
Resistência
de compensação
(corrente de equilíbrio)
|
B31
|
6
|
Voltagem
Nernst
|
|
Válvula
proporcional do turbocompressor com indução forçada de 2 estágios
(Y340)
Descrição:
A
válvula proporcional do turbocompressor regula a pressão do turbo em
motores do
tipo D08 com indução forçada de 2 estágios. A válvula proporcional do
turbocompressor é ativada pelo módulo de comando EDC com uma saída PWM
(sinal
modulado por largura de pulsação). Conforme este sinal, a válvula
reguladora de
pressão do turbo varia a pressão adjacente à dosagem de passagem
secundária do
turbocompressor e, com isto, a posição da válvula de passagem
secundária ou a
pressão de alimentação. Os valores limite do sinal PMW situam-se entre
0 %
correspondendo ao 'wastegate' aberto ao máximo (pressão de alimentação
mínima)
e 100 %, isto é, 'wastegate' fechado (pressão de alimentação máxima).
No caso
de funções falhas, o EDC reconhece um desvio de regulagem, reduz o
volume de
injeção e a rotação do motor.
Na
indução forçada de 2 estágios, os gases de escape fluem a princípio
através de
um pequeno turbocompressor (estágio de alta pressão) e, a seguir, por
um
estágio maior, de baixa pressão. Uma vez que os dois turbocompressores
estão à
disposição para toda faixa de carga de rotação, a turbina de alta
pressão
pode ser dimensionada bem pequena. Através disto, o compressor de alta
pressão
pode dispor mais fácil e rapidamente o ar exigido em uma aceleração. No
fluxo
de massa mais alto dos gases de escape, a turbina de alta pressão é
interagida
parcialmente por meio do bypass. Deste modo, o nível de fuligem gerado
na
aceleração pode se manter mínimo, evitando uma sobrecarga da turbina de
alta
pressão. Na operação dinâmica, as vantagens da alimentação de dois
estágios
podem ser nitidamente percebidas. Paralelamente ao aumento do
fornecimento de ar, prevalecerá o melhor comportamento de resposta.

Local de instalação:
A válvula proporcional do turbocompressor está
instalada na parte traseira do motor, próximo à carcaça do volante.

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
(2)
|
Ativação
+ |
A02
|
2
(1)
|
Ativação
– |
A04
|
Atuador de retorno dos gases de escape do EGR (Y280)
Descrição:
No
retorno externo dos gases de escape resfriados, o fluxo principal dos
gases de
escape desvia uma pequena parte destes e os passa através de um
trocador de
calor especial. Através de um sistema de válvulas na parte dianteira do
motor,
os gases de escape resfriados do ar fresco são misturados daqui em
diante na ala
de admissão. Por isso, a temperatura de combustão permanece mais baixa.
A
formação de óxidos nitrosos (NOX) é reduzida. A ativação do atuador do
EGR ocorre através
do módulo de comando do EDC. O EGR é desligado em determinadas
condições de
temperatura; Por um lado, isso evita a condensação de ácidos sulfúricos
em
temperaturas frias do ar do turbo; e por outro lado, previne o
superaquecimento
do ar do turbocompressor através dos gases de escape de retorno. Para
que a válvula do EGR
aberta ou fechada possa ser reconhecida, há um contato 'Reed' instalado
no
atuador do EGR, que monitora a posição da válvula.
O
atuador de retorno dos gases de escape (atuador de EGR) consiste
basicamente
nos seguintes componentes:
– Cilindro de ar
comprimido para o acionamento da válvula de retorno dos gases de
escape;
– Válvula
eletromagnética para a ativação do cilindro;
– Contato 'Reed' para
sinal de confirmação da posição do êmbolo.

|
Nota:
Na
posição de repouso (êmbolo retraído), o contato 'Reed' está fechado.
Considerar
representações divergentes nos esquemas de circuitos. |

Local de instalação:
O atuador de retorno dos gases de escape está instalado
na parte superior traseira do motor, próximo a tampa de válvulas do
cabeçote.

Ligação dos conectores:
1- Ligação de conectores
|
2- Esquema do circuito
|

|

|
| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1(4)
|
Ativação
(–) |
A11
|
2(3)
|
Ativação
(+) |
A17
|
3(2)
|
Sinal
de confirmação (+)
|
A23
|
4(1)
|
Sinal
de confirmação |
A22
|
Válvula
proporcional E-AGR (Y458)
Descrição:
A
válvula proporcional (Y458) ativa o atuador AGR de regulagem de posição
(E-AGR). O meio de trabalho é o ar em pressão mínima de operação de
aproximadamente 7 bar. Como sinal de ativação, é indicada uma grandeza
de
ciclo de trabalho do módulo de comando EDC.

Local de instalação:
A válvula proporcional E-AGR está instalada próxima à
carcaça do filtro de combustível.

Ligação dos conectores:

| Pino |
Função |
Módulo
de comando, pino A435 |
1
|
Massa |
A17
|
2
|
Ativação
da válvula
proporcional |
A11
|
Tomada de
diagnóstico
HD-OBD (X200)
Descrição:
A
tomada de diagnóstico HD-OBD de 16 pólos, padronizada conforme ISO
15031-3,
possibilitará um sistema de diagnóstico para componentes relevantes aos
gases
de escapamento para praticamente todos os veículos.

| Pino |
Função |
1
|
Sinal
de rotação do
alternador, borne W
|
2
|
Não
ocupado
|
3
|
Linha
K
|
4
|
Massa,
borne 31
|
5
|
Não
ocupado |
6
|
HD-OBD-CAN
High
|
7
|
Não
ocupado |
8
|
Alimentação
elétrica, borne
15
|
9-13
|
Não
ocupado |
14
|
HD-OBD-CAN
Low
|
15
|
Não
ocupado |
16
|
Alimentação
elétrica, borne
30
|
Cabo adaptador HD-OBD:

Diagrama do
módulo EDC
Legenda:
| A302 |
-Módulo central da cabine A403 Gerenciamento eletrônico do veículo
|
| A407 |
-Painel de instrumentos |
| A410 |
-Pedal do acelerador |
| A429 |
-Interruptor do piloto automático |
| A435 |
-Módulo eletrônico de comando do motor EDC (master)
|
| A437 |
-Tecla de controle do freio contínuo |
| A570 |
-Módulo de comando eletrônico do motor EDC II (slave) |
| B104 |
-Sensor de pressão do óleo |
| B123 |
-Sensor de temperatura do ar do turbo |
| B124 |
-Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento |
| B125 |
-Sensor de pressão do turbo |
| B377 |
-Sensor da pressão do combustível |
| B487 |
-Sensor de pressão do Common-Rail |
| B488 |
-Sensor de rotação do árvore de manivelas (sensor de rotação) |
| B489 |
-Sensor de rotação do eixo comando (sensor de segmento de rotação)
|
| B514 |
-Sensor de pressão do Common-Rail II |
| F163 |
-Fusível de regulagem do motor (master borne 30) |
| F236 |
-Fusível de regulagem do motor (borne 15) |
| F355 |
-Fusível principal 30-2 |
| F543 |
-Fusível de regulagem do motor II (slave borne 30) |
| H296 |
-Luz de controle do EDC |
| M100 |
-Partida |
| Q101 |
-Interruptor de partida da ignição |
| R134 |
-Grupo de resistências |
| X200 |
-Tomada para diagnóstico |
| X669 |
-Conexão do bloqueio de partida |
| X1205 |
-Distribuidor do condutor 31000 |
| X1559 |
-Conexão do motor / EDC / caixa de mudanças IV |
| X1966 |
-Conexão da chave de ignição |
| X2417 |
-Conexão motor-CAJ 3 tripla |
| X2544 |
-Distribuidor potencial de 21 polos, cabo K |
| X3120 |
-Pino roscado M6 do distribuidor, borne 30 (compartimento do dispositivo)
|
| X3121 |
-Pino roscado M6 do distribuidor, borne 30 (compartimento do dispositivo) |
| Y280 |
-Cilindro de retorno dos gases de escape AGR Y332 Unidade de dosagem ZME (válvula
proporcional do combustível do MProp) |
Y341
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-Injetor do 1º cilindro |
| X342 |
-Injetor do 2º cilindro |
| Y343 |
-Injetor do 3º cilindro |
| Y344 |
-Injetor do 4º cilindro |
| Y345 |
-Injetor do 5º cilindro |
| Y346 |
-Injetor do 6º cilindro |
| Y347 |
-Injetor do 7º cilindro
|
| Y348 |
-Injetor do 8º cilindro |
| Y349 |
-Injetor do 9º cilindro |
| Y350 |
-Injetor do 10º cilindro
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Y356
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-Unidade de dosagem ZME II (válvula proporcional do combustível de MProp)
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ZDR
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-Interface de rotação intermediária
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*** Na tomada de diagnóstico HD-OBD situa-se o cabo K no pino 3.
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